quinta-feira, 30 de maio de 2013
REPORTAGENS SOBRE ALFABETIZAÇÃO
Fonte: Guia Prático para Professores de Educação Infantil - Dezembro 2011 - ano 8* nº 105 - Editora Escala Educacional - páginas 22 e 23
Fonte: Revista Nova Escola - Março 2006 - nº 190 - páginas 25 a 31 - Editora Abril
ARTES
Fonte da Pesquisa:
Guia Prático do Professor Educação Infantil - Editora Escala Educacional - Número 117
PROJETO
Planos, atividades, sequências ou projetos
Você sabe quando usar planos, atividades, sequências
ou projetos?
Para preservar o sentido do conteúdo, evitar sua
fragmentação e distribuir os temas em função do tempo de aprendizagem, o ensino
pode ser organizado de acordo com as chamadas modalidades organizativas.
Abaixo, você confere um resumo sobre cada uma das modalidades:
Plano de aula Forma de organizar a aula com foco numa
atividade específica (leitura exploratória de um texto, resolução de um tipo de
um tipo de problema matemático etc.). Como dura apenas uma aula, costuma ser
usado para apresentar um conteúdo ou explorar um detalhe dele.
Atenção Não se esqueça de incluir uma atividade
diagnóstica inicial (para verificar os alunos sabem sobre o assunto) e uma
avaliação final (para indicar o que aprenderam).
Atividade permanente Também chamada de atividade
habitual, é realizada regularmente (todo dia, uma vez por semana ou a cada 15
dias). Ela serve para construir hábitos e familiarizar os alunos com
determinados conteúdos. Por exemplo: a escrita de parlendas e de listas,
semanalmente, faz com que os alunos reflitam sobre o sistema alfabético e, aos
poucos, compreendam a relação entre o que se escreve e o que se lê.
Atenção Ao planejar esse tipo de tarefa, é essencial
saber o que se quer alcançar, que materiais usar e quanto tempo tudo vai durar.
Vale sempre contar para as crianças que a atividade em questão será recorrente.
Com o tempo, os alunos passam a prever a atividade que será proposta, de tão
habituados.
Sequência didática Conjunto de propostas com ordem
crescente de dificuldade. O objetivo é focar conteúdos particulares (por
exemplo, a regularidade ortográfica) numa ordenação com começo, meio e fim. Em
sua organização, é preciso prever esse tempo e como distribuir as sequências em
meio às atividades permanentes e aos projetos.
Atenção É comum confundir essa modalidade com o
trabalho do dia a dia. A questão é: há continuidade? Se a resposta for não,
você está usando uma coleção de atividades com a cara de sequência.
Projeto didático Reunião de atividades que se
articulam para a elaboração de um produto final forte, em que podem ser
observados os processos de aprendizagem e os conteúdos aprendidos pelos alunos.
Costuma partir de um desafio ou situação-problema. Trabalhados com uma
frequência diária ou semanal, podem estender-se por períodos relativamente
prolongados (um ou dois meses, por exemplo), tornando os alunos especialistas
num determinado tema.
Atenção O erro mais comum é um certo descaso pelo
processo de aprendizagem, com um excessivo cuidado em relação à chamada
culminância (a elaboração do produto final).
Referências :
Revista nova escola
AULA FORA
Passeio ao Zoológico
A
professora ira levar as crianças no zoológico, com o objetivo de que as
crianças levem um caderno para colher informações sobre os animais como:
·
Aonde eles vivem?
·
Identificar classe dos animais?
·
O que cada animal pode produzir de alimentos?
·
Quais são as características dos animais?
Fazer
uma lista de qual é o alimento que os animais comem?
Após
a pesquisa a professora dividira a turma em 5 grupos sendo elas que cada grupo
falara de cada classe de animais:
·
Aves
·
Repteis
·
Invertebrados
·
Mamíferos
·
Anfíbios
Depois
que as crianças falarem dos animais, fazer debates entre as crianças,
perguntas, e durante a pesquisa as crianças ira tirar fotos dos animais pra
montar um mural em sala de aula.
Pode
ser feitos imitação dos animais, para ver se outro grupo acertara quem é o
animal que esta sendo imitado.
Objetivo
da aula:
·
Identificação dos animais
·
Trabalhar em conjunto
·
Aprimorar seus conhecimentos
·
Conscientizar as crianças de como preservar os animais.
·
Contato com os animais.
A professora fechara com sua avaliação, observando o
que as crianças já conheciam, e de que aprenderam, levando assim para sua vida.
ATIVIDADE: JOGO DE MEMÓRIA
Alfabetização: vamos criar fichas para um jogo de
memória?
Nessa atividade, as crianças comparam suas produções
com as dos colegas, colocam à prova o que sabem e constroem conhecimentos sobre
o sistema alfabético. Baixe aqui as fichas para construir o jogo da memória com
os alunos!
Os alunos da EE Professora Julieta Farão registraram o
nome de bichos nas cartas do jogo mesmo sem saber escrever convencionalmente.
Foto: Raoni Maddalena.
Os alunos da EE Professora Julieta Farão registraram o
nome de bichos nas cartas do jogo mesmo sem saber escrever convencionalmente.
Dentre os vários momentos delicados da alfabetização
inicial, existe um que merece muita atenção: a passagem da hipótese silábica
para a silábica alfabética. É a fase em que a meninada começa a abandonar a
escrita quase sempre feita só com vogais e passa a escrever acrescentando
consoantes. "A introdução das consoantes desorganiza o sistema anterior e
as crianças devem empreender a penosa tarefa de encarar os desafios de encontrar
uma nova organização", afirma a psicolinguista argentina Emilia Ferreiro
no artigo A Desestabilização das Escritas Silábicas. Nesse processo, o aluno
registra uma mesma palavra de modos distintos, em momentos diferentes, ainda em
busca de uma estabilidade para escrever.
Para compreender o fenômeno e ajudar a garotada a
progredir nas hipóteses de escrita, há diversos caminhos. Um deles é um projeto
didático que prevê a produção de fichas para um jogo da memória. A proposta -
criada pela pesquisadora Claudia Molinari, argentina especialista em
alfabetização inicial - foi realizada pela turma do 1º ano da EE Professora
Julieta Farão, na capital paulista. O tema escolhido foi animais e as crianças
tinham de escrever o nome dos que já conheciam. Ao longo desta reportagem,
apresentamos algumas produções dos alunos analisadas por Regina Scarpa,
coordenadora pedagógica da Fundação Victor Civita (FVC).
Conteúdo relacionado
Especial:
Tudo sobre Alfabetização
Roteiro
didático: Escrita pelo aluno na alfabetização inicial.
A mesma palavra escrita duas vezes revela o que a
turma sabe.
Para realizar a atividade, selecione um tema e prepare
as cartas. Cada par precisa ter a foto de um bicho e um espaço para o nome
dele. Depois, compartilhe com a turma o objetivo: construir um jogo para
brincar com os colegas.
Para começar, distribua uma ficha para cada aluno,
reservando o par correspondente para ser entregue depois. É importante planejar
qual será dada para cada um, levando em conta suas hipóteses de escrita.
Afinal, os desafios contidos em escrever SAPO e CACHORRO, por exemplo, são
distintos. Uma vez que todos tiverem terminado, peça que leiam em voz alta o
que escreveram. Entregue outras fichas para serem preenchidas e repita o
processo de leitura. Em seguida, recolha os trabalhos.
Fichas do jogo da memória dos animais.
Clique para imprimir as fichas e proponha à turma a
construção de um jogo da memória com os nomes dos animais.
No dia seguinte, cada criança recebe as fichas que
fazem par com as que já escreveram e deve escrever o nome do animal
correspondente novamente - sem consultar as anteriores. Se elas estivessem
disponíveis, muitos estudantes replicariam o que tinham escrito antes. As
intervenções que você pode fazer para ajudá-los nesse momento são as mesmas
usadas em outras situações de produção escrita com foco na alfabetização:
incentivar a busca por informações sobre o sistema de escrita em fontes
conhecidas (lista de nomes da turma, por exemplo) e trocar ideias com os
colegas. O esperado é que a maioria dos pares de palavras seja grafada de forma
total ou parcialmente diferente.
O fato de um aluno escrever PICO na primeira carta e
PIAO na segunda (ou vice-versa) para PELICANO, por exemplo, revela que ele
conhece diferentes letras e os sons correspondentes aos segmentos silábicos -
um bom sinal. Porém deixa claro também os dilemas sobre quantas e quais letras
usar e em que ordem colocá-las. Esse fenômeno recebe o nome de alternância
grafofônica: quando se reveza o uso de duas letras para representar uma emissão
sonora (no exemplo acima, C e A para CA). "Nesse cenário é interessante
perguntar às crianças se as duas opções são pertinentes para a escrita da
palavra", recomenda Telma Weisz, pesquisadora em alfabetização e
supervisora pedagógica pelo Programa Ler e Escrever da Secretaria de Educação
do Estado de São Paulo. Muitas vezes, elas respondem que sim e acrescentam C à
PIAO ou A à PICO. Se não o fazem na ordem correta, o resultado é um caso de
desordem com pertinência.
Não se esqueça de oferecer também situações que façam
a criança refletir sobre a escrita para ter a chance de avançar. Uma dessas
oportunidades é a revisão.
Segundo Claudia, a necessidade de ter uma versão
definitiva das fichas justifica a etapa de revisão. "A tarefa faz sentido
mesmo se os cartões tiverem escritas idênticas, porém equivocadas. Elas podem
ser reformuladas e melhoradas", diz. Os alunos, com a sua ajuda, colocam à
prova o que sabem, acrescentando, omitindo ou trocando letras de lugar.
Referências :
Revista Nova Escola
SARAU
O Sarau no ensino fundamental I
O sarau é
voltado à cultura, principalmente a poesia, porém podemos encontrar dança,
musica, teatros e outras expressões artísticas. Os sarais tornaram-se comuns no
século XIX, onde na época ocorriam no fim da tarde ou no início da noite.
O trabalho com
sarais pode estimular os alunos o interesse pela cultura poética, o
desenvolvimento da oralidade além de oferecer diferentes situações
comunicativas.
Quando ainda
no ensino fundamental I ocorre o estímulo à leitura, os alunos passam a gostar
dos vários gêneros literários. A poesia por se tratar de um gênero diferente do
que os alunos estão acostumados, apresenta uma variedade benéfica quanto à
aprendizagem.
Como organizar um sarau
- Deve-se escolher a poesia ou as poesias a serem
trabalhadas;
- Fazer a leitura para que os alunos possam começar a
familiarização com o conteúdo;
- Explicar como irá ocorrer o sarau:
- A ordem de apresentação da leitura;
- Forma de leitura (a leitura em sarais deve ocorrer
sempre com a demonstração de sentimentos como: sorriso, espanto e etc.).
- Treinos antes da apresentação, que poderá ser só
para a própria sala ou para outras salas, com ou sem convidados externos.
Exemplo de projeto com saraus
Sarau:
Objetivos
- Utilizar a linguagem oral,
adequando-a a uma situação comunicativa formal.
- Ampliar o repertório de poesias.
- Comunicação verbal.
- Leitura.
Anos
1ª ou 2ª séries
Dois meses.
Material necessário
Livros
- A Arca de Noé (Vinicius de
Moraes, 64 págs., Ed. Cia. das Letrinhas, tel. 11/3707-3500, 46,50 reais)
- Poemas Desengonçados (Ricardo
Azevedo, 56 págs., Ed. Ática, tel. 0800-115-152, 26,90 reais)
- Mais Respeito, Eu Sou Criança
(Pedro Bandeira, 80 págs., Ed. Moderna, tel. 0800-172-002, 29,50 reais)
Flexibilização
Para ampliar a capacidade de
comunicação e expressão de crianças com deficiência auditiva e auxiliá-las a
utilizar libras, posicione as crianças em semicírculo no momento da leitura,
para que visualizem o educador, os colegas e o intérprete. É importante que
todos falem um de cada vez, para facilitar a compreensão. Apresente os autores
por meio de fotos e estimule a criança a declamar, em libras, poemas que já
conhece. Você também pode declamar algumas poesias para servir como modelo de
leitor. Expliquem a todos as etapas do projeto e apresente uma nova poesia às
crianças a cada dia. Peça à criança surda que observe a expressão facial e os
movimentos do corpo do intérprete quando este estiver declamando. Proponha que
a criança leve um bilhete para casa pedindo que os pais escrevam uma poesia
para ser apresentada aos colegas. Incentive a criança surda a participar da
confecção da "caixa mágica" e explique que ali serão colocadas as
poesias e os livros utilizados no projeto. Apresente à criança a poesia que ela
irá declamar junto com dois ou três colegas. Convidar um surdo adulto para
declamar na sala em libras para que a criança tenha outros exemplos também é
uma boa alternativa. Filme a criança surda declamando com o seu grupo e num
segundo momento retome o vídeo para que juntos possam ver o que precisa ser
melhorado. No dia do sarau, é interessante que a poesia que será declamada em
libras seja lida para a platéia. Registrar todos os avanços da criança é
fundamental.
Desenvolvimento
1ª etapa Pergunte quais poemas às crianças conhecem e estimule-as a declamar. Convidem-as a conhecer outros, mostrando os livros selecionados. Leia em voz alta, algumas delas, caprichando na entonação. Compartilhe a ideia de organizar um sarau de poesia e convidar os pais para assistir ao evento. Explique que para isso é preciso conhecer vários poemas e aprender a declamá-los.
2ª etapa
Apresente algumas faixas do CD de
poesia musicada para familiarizar a turma com o gênero.
3ª etapa
Leia para os pequenos todos os
dias os livros escolhidos para o projeto. Converse com eles sobre as poesias e
como se deve declamar, cuidando da entonação e da altura da voz, para que o
público compreenda e ouça com clareza o que for dito. Como tarefa de casa,
oriente que peçam aos pais para recitar e registrar por escrito poemas e
versinhos que apreciem. Use a caixa de papelão para guardar os textos poéticos
fornecidos pelos pais, os livros e o CD.
4ª etapa
Leia a poesia Bola de Gude, do
livro Poemas Desengonçados, chamando a atenção da turma para a entonação,
dicção e altura da sua voz. Proponha que a recitem coletivamente. Repita o
procedimento com outros poemas
Bola de gude
a maior bola do mundo
é de fogo e chama sol
a bola mais conhecida
é a de jogar futebol
certa bola colorida
jogar bem eu nunca pude
é de vidro essa bandida
e chama bola de gude
É hora de selecionar o que será apresentado no sarau. Pergunte às crianças quais são os textos prediletos delas e decidam se as declamações serão feitas individualmente, em duplas, trios ou grupos maiores. Convide as famílias para o evento.
7ª etapa
Ensaie com a turma os poemas
Avaliação
Observe e registre o avanço das
crianças no que se refere à apropriação na forma de se expressar em situações
de comunicação formal.
Referencias biográficas:
sábado, 25 de maio de 2013
FILMES
Indicações de Filmes relacionados a pedagogia.
"Como estrelas na terra: toda criança é especial"
O filme indiano "Como estrelas na terra: toda criança é especial", produzido e dirigido por Aamir Khan, traz como temática o transtorno de aprendizagem, em especial, a dislexia.
"O Triunfo"
Snowden, escola de 1º grau, Aurora, Carolina do Norte, 1994. Ron Clark (Matthew Perry) é um professor temporário, que experimenta um misto de nervosismo e ansiedade ao aguardar o momento de começar no emprego. Mas, antes mesmo de iniciar, demonstra uma rara sensibilidade ao saber se aproximar de um garoto que tinha sido colocado em um castigo humilhante por outro professor. Após 4 anos, os métodos de Clark se mostraram mais do que eficientes, pois classificou sua classe em 1º lugar do município pelo 4º ano seguido. Como uma singela forma de reconhecimento, para se sentir mais permanente, lhe deram uma vaga no estacionamento, inclusive com seu nome gravado. Porém ele quer algo mais da vida e, assim, fala para seus pais que deixará o lugar, antes que usem a vaga como seu túmulo. Sonhando grande, ele vai a Nova York, mesmo sabendo que lá encontrará desafios bem maiores. Ele pretende ser professor no Harlem, apesar de dizerem que tem a "cor errada". Ron tenta inutilmente encontrar emprego como professor e, para ter alguma renda, consegue um emprego de garçom. Ao passar na porta da Inner Harlem, uma escola de 1º grau, vê um professor se atracando com um aluno. Este fato faz com que o professor peça demissão e Clark consiga o emprego. Mas, para a surpresa do diretor, Ron quer ser professor da pior turma do colégio. Ninguém sabia, mas ele estava rescrevendo não apenas a sua história, mas também a de várias outras pessoas.
"Primeiro da classe (2008)"
O filme é estrelado pelo ator James Joseph Wolk que dá vida ao professor Brad Cohen, personagem com a Síndrome de Tourette . Trata-se de uma história verídica.
O personagem Brad, no início do filme, não tem um bom relacionamento com o pai, mas conta com um irmão protetor e uma mãe que o apóia. Desde a infância, ele sofre preconceitos devido a Síndrome de Tourette, Cansado dos tratamentos sem solução, Brad resolve abandonar o acompanhamento médico.
Já adulto e formado, Brad começa a correr atrás do seu sonho, ser professor, mas o preconceito com a Síndrome é a sua maior barreira. Apesar de um bom currículo as manifestações da Síndrome o reprovam nas entrevistas. Depois de muita procura, uma escola o contrata. Pela primeira vez Brad foi observado com o profissional e não por sua Síndrome.
A principio a aceitação de Brad parecia ser total até que o pai de uma aluna solicitou a mudança da sua filha para outra classe, devido ao preconceito contra a Síndrome do professor Brad. O pai da aluna achava que um professore com a Síndrome de Tourette não teria capacidade de ensinar sua filha. Por outro lado a estudante não quereria perder o contato com o professor Brad. Esse fato não abalou a confiança da escola em Brad.
Brad conheceu uma moça pelo portal de relacionamento, a Nancy Lazarus e iniciou uma interação virtual. Mas ela ficou medo de conhecê-la pessoalmente, pois receava ser rejeitado por causa da Síndrome Tourette. Esse receio não se confirmou, pois Nancy o aceita e apóia em tudo.
Os alunos também aceitavam o professor Brad sem manifestar preconceitos e em sua turma haviam dois alunos que apresentavam necessidades especiais. Brad aos pouco foi mostrando todo seu potencial chegando a ganhar o prêmio de Professor do Ano. Esse reconhecimento surpreendeu e ele e a todos que se mostraram preconceituosos. Durante a entrega do premio os alunos relataram que o premio veio porque Brad não se deixou vencer pela Síndrome Tourette, vencendo-a.
"UM SONHO POSSÍVEL"
O adolescente Michael Oher (QUINTON AARON) sobrevive sozinho, vivendo como um sem-teto, quando é encontrado na rua por Leigh Anne Tuohy (SANDRA BULLOCK). Tomando conhecimento de que o garoto é colega de turma de sua filha, Leigh Anne insiste que Michael — que veste apenas bermuda e camiseta em pleno inverno — deixe-a resgatá-lo do frio. Sem hesitar por um momento sequer, ela o convida a passar a noite em sua casa. O que começa com um gesto de bondade evolui para algo maior, pois Michael passa a fazer parte da família Tuohy, apesar de terem origens bem diferentes. Vivendo no novo ambiente, o adolescente tem de encarar outros desafios. E à medida que a família ajuda Michael a desenvolver todo o seu potencial, tanto no campo de futebol americano quanto fora dele, a presença de Michael na vida da família Tuohy conduz todos por uma jornada de autodescoberta.
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